Biênio 2016 - 2017

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Mt. 14.26-30: Quando O viram andando sobre o mar, ficaram aterrorizados e disseram: “É um fantasma!” E gritaram de medo. Mas Jesus imediatamente lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!” “Senhor”, disse Pedro, “se é tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”. “Venha”, respondeu Ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” do reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”

     Você é capaz de adivinhar qual é o mandamento mais repetido nas Escrituras? É não tema! Não tenha medo! Sê forte e corajoso! Confia em mim!
Não tema é transcrito 366 vezes na Bíblia, um para cada dia, inclusive para anos bissextos.
      Agora, por que Deus manda não temer? Não é por que o medo é o maior mal do mundo. Na igreja ninguém é disciplinado por sentir medo.
Então, por que Deus diz aos seres humanos para deixarem de ter medo, mais do que qualquer outra coisa? Isso não é para nos poupar de um incômodo emocional e sim para que possamos vencer aquilo que temos receio. Para que isso não aumente cada vez mais e nos tire a paz, e ainda limite tudo aquilo que Deus tem reservado para ser e acontecer em nossas vidas. O medo é a principal razão pela qual as pessoas se recusam a sair do barco.
       Vamos contar uma ilustração sobre esse conflito entre a confiança e o medo. Na historinha de uma menininha de dois anos que para na beira de uma piscina e seu pai pede para que ela pule dentro da piscina. O pai fala para que ela não tenha medo e confie nele. Naquele momento ela é um poço de conflitos interiores! De um lado tudo lhe diz para não sair do lugar: água funda, gelada e perigosa, não sabe nadar e nunca tinha feito isso antes. Do outro lado, lá estava o pai, dentro da água. Ele é maior e mais forte e se mostra digno de confiança. Trava-se uma guerra entre o medo e a confiança. Pule! Diz a confiança. – Não pule! Diz o medo.
      A questão é decidir a quem vai obedecer: medo ou confiança. E qualquer que seja a decisão haverá consequências importantes. Se pular, aumentará sua confiança na capacidade de seu pai em segurá-la, e na próxima vez vai ser mais fácil pular, e terá menos medo da água, sendo treinada a dominar o medo. Se decidir não pular, também haverá consequências, perderá a oportunidade de descobrir se seu pai merece confiança. Na próxima vez se mostrará ainda mais inclinada a optar pela alternativa que ela acha mais cômoda e segura. Aprenderá a se ver como alguém que não reage com grande bravura aos desafios. Fará o possível para evitar no futuro, o confronto com decisões envolvendo o medo.
      A coragem não é ausência de medo, mas a confiança no Pai, que está com os braços abertos para nos apanhar, por isso Jesus disse: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!” É o Grande “Eu Sou” que está no meio deles.
      Creio que Deus diz “não tenha medo” com tanta frequência porque o medo tem a capacidade de penetrar mais depressa que qualquer coisa em nossas vidas, e destrói a fé, tornando-se o maior obstáculo à confiança em Deus Pai. Pr. Gilson  

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