Biênio 2016 - 2017

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“E Barnabé queria levar também a João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília,  não os acompanhando no trabalho. Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se” (Atos 15.37-30).


Conflitos no local de trabalho, no ministério e até mesmo no casamento às vezes são inevitáveis. Deus nos fez com diferentes personalidades e temperamentos. Por isso interpretamos as circunstâncias de maneiras diferentes.
Uma pessoa, vendo uma situação, pode concluir algo totalmente diferente da outra pessoa.

Vemos um exemplo disso no relacionamento entre Paulo e Barnabé. Eram dois eram homens de Deus e parceiros no ministério. Mas tiveram um forte desacordo com relação a um jovem chamado João Marcos.

No texto acima percebemos que Barnabé queria levar João Marcos com eles na viagem missionária. Paulo, entretanto, não aceitou. Aparentemente João Marcos o havia decepcionado uma vez e agora o apóstolo Paulo não queria lhe dar uma nova chance.

No final, Paulo e Barnabé decidiram separar-se. Não estavam deixando a missão de lado. Apenas decidiram realizar a missão separadamente.

Mas a história não termina aí. Em II Timóteo 4.11, Paulo escreve de sua cela na prisão em Roma e pede a Timóteo: “Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério”.

Certamente, algum tempo depois daquele momento de conflito entre Paulo e Barnabé, João Marcos se redimiu e tornou-se um valoroso parceiro de Paulo no ministério.

Conflitos existirão. Mas quando os tivermos enfrentando, esforcemo-nos para manter uma atitude de afirmação da pessoa, ao mesmo tempo em que discordamos de sua posição. Assim testemunhamos a nossa disposição de obedecer à palavra de Deus que nos faz a seguinte exortação: “no que depender de vós, tende paz com todos”.

Deus é um Deus que nos confronta, mas ao mesmo tempo nos afirma; nos restaura e nos acolhe.
No amor de Jesus,

Bispo J.Carlos

No Cenáculo

Revista Escola Dominical