Biênio 2016 - 2017

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Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de babilônia, falou o rei, dizendo: Não é esta a grande babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? ( Daniel 4.29-30).


Nabucodonosor reinou sobre um dos maiores impérios de sua época: Nabucodonosor rei, a todos os povos, nações e línguas, que moram em toda a terra? (Daniel 4.1). 

Nos primeiros versículos de Daniel 4 esse rei recebeu uma visão de Deus que foi interpretada pelo profeta Daniel. Em resumo a visão dizia: arrependa-se e humilhe-se.

Nabucodonosor ficou profundamente incomodado com aquela visão, porém ele não respondeu ao desafio divino. Aos poucos o peso daquela visão foi se dissipando. Apenas doze meses mais tarde vemos aquele rei fazendo (em forma de pergunta a si mesmo) uma das maiores afirmações de orgulho de todos os tempos: Não é esta a grande babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? 

No restante do capítulo 4 vemos como o julgamento de Deus veio certo e pesado! A verdade é que as lutas e provações da vida testam a nossa fidelidade para com Deus. Mas existem algumas outras coisas que testam ainda mais nossa fidelidade: A prosperidade e o conforto. Veja em Daniel 4.4? Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio?

Na verdade, prosperidade e conforto são coisas desejáveis e são bênçãos quando reconhecemos que tudo vem de Deus e mantemos uma atitude de continua dependência e humildade diante dele. No caso de Nabucodonosor e tantos/as outros/as homens e mulheres de no passado e no presente, cumpre-se o principio de Provérbios 18.18: A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda?

Que o testemunho de João Batista (é necessário que ele cresça e que eu diminua?) e o exemplo de Jesus (que a si mesmo se humilhou tomando a forma de servo?) orientem as nossas atitudes nesse tempo de páscoa e sempre.

Tenha um abençoado período de páscoa!

Bispo João Carlos

No Cenáculo

Revista Escola Dominical