Biênio 2016 - 2017

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Aconteceu nos dias 15 a 17 de agosto a etapa de Curitiba, da Conferência Ministerial Regional. Todo o evento se desenvolveu nas dependências da Igreja Metodista Central de Curitiba. A Sexta-feira (15) foi marcada pela recepção e credenciamento dos participantes e do Culto de Abertura do evento. O Sábado (16) começou com uma devocional, ministrada pelo Bispo da 6ª região, João Carlos Lopes. Em seguida começaram o Treinamento do Gileade (programa de tesouraria a administração para as igrejas). Ao mesmo tempo, aconteceram os seminários sobre dons e ministérios, missões e discipulado.

Após o almoço, os participantes puderam participar das oficinas para as quais foram credenciadas. As atividades do ministerial foram finalizadas com um Culto de Encerramento com Santa Ceia. Cerca de 350 pessoas participaram das atividades, distribuídas, além da Gileade, nas oficinas de Música e Arte, Diaconia, Ação Docente, Trabalho com Casais, Trabalho com Crianças, Pregação e Consolidação e Resgate.


A Igreja Metodista em Mafra foi representada por 10 pessoas, Pr. Gilson Michelato, Mara Michelato, Marisa Mattoso, Edna Mattoso, Silvana Silveira, Liliane Silva, Carina Rauen, Ana Paula, Anna Elisa e Filipe Gomes. Divididos entre as oficinas, os membros da igreja receberam muitas informações e foram ministrados com o intuito de, cada dia mais, se entregarem ao serviço da Igreja. “A oficina que assistimos foi muito abençoada. Poderia ser pelo menos dois dias”, falaram Anna, Liliane, Carina e Ana Paula, que se divertiram aprendendo muito para implantar novas ideias no trabalho com crianças na Metodista em Mafra.
         O sofredor crônico é pessimista, pois a forma com que ele vê as coisas determina o tipo de pessoa que ele é. Para o pessimista, a vida só traz desgosto e insatisfação, ele vive reclamando e murmurando, busca nos jornais as piores notícias só para se alimentar e criticar depois. Tem gente que só vê desgraça e derrota, sofre por antecipação, é viciado na dor e não consegue superar nenhuma dificuldade. Ele profetiza o seu futuro com base em seus pensamentos negativos e encaminha para esse futuro. Torna-se vítima e não se responsabiliza por nada.

A Bíblia, no livro de Números no capítulo 13, ilustra bem o que pode resultar da atitude pessimista. Moisés ordenou que doze homens, sendo um líder representando cada tribo de Israel, que fizessem um relatório completo sobre a Terra Prometida antes de todos continuarem sua caminhada até lá. Dez deles confirmaram que realmente a terra era boa, que manava leite e mel, que seus frutos eram enormes, contudo, havia muitos gigantes e ninguém conseguiria derrotá-los. O pessimismo daqueles espias contagiou milhões de pessoas. Só dois espias, Josué e Calebe, conseguiram entrar em Canaã e desfrutrar das bênçãos do Senhor, porque foram os únicos que acreditaram que o mesmo Deus que libertara os israelitas da escravidão do Egito, era com eles e lhes daria a vitória.

“Por que estás ao longe, SENHOR? Por que te escondes nos tempos de angústia? Os ímpios na sua arrogância perseguem furiosamente o pobre; sejam apanhados nas ciladas que maquinaram. Porque o ímpio gloria-se do desejo da sua alma; bendiz ao avarento, e renuncia ao SENHOR. Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus. Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade”. Salmos 10: 1 a 6

Nestes versículos surge a grande questão: Por que Deus parece estar tão distante, enquanto os ímpios estão reinando e oprimindo os pobres? Alguma vez caro leitor você já se fez essa pergunta? Muitas Vezes estamos angustiados e nos perguntamos, “Por que, SENHOR, te conservas longe? E te escondes nas horas de tribulação?” (v. 1).

O salmista se encontrava em grande angústia, e expressou isso perguntando: “Por que, Senhor?” Este é o reflexo da aflição de sua alma. “Por que Te escondes justamente quando mais precisamos de Ti, em plena tribulação”? Muitas vezes nós, assim como o Salmista nos encontramos solitários e ficamos então a perguntar “Por que isso está acontecendo comigo? “Por que Deus parece não agir?” “Por que Deus parece tão distante”? Estas são questões que muitas vezes se levantam na vida de muitas pessoas que estão cansadas... Mas, se pensarmos na onipresença de Deus e no seu grande amor por nós, saberemos que Ele está muito perto de nós. Ele está bem aí perto de você enquanto você pensa que Ele mantém-Se distante.

Em decorrência do dia do amigo que foi no último domingo, 20, resolvi dedicar o texto da nossa coluna de hoje a esses que são nossos presentes de Deus: Os amigos. Há um tempo, quando ainda morava em Belo Horizonte, eu e alguns amigos da mocidade da igreja estávamos em um propósito de orarmos juntos pelas nossas vidas, famílias e igreja.

Nesse tempo fomos extremamente edificados, fortalecidos e moldados e ficamos cada dia mais maravilhados com as coisas que Deus faz em nós e através de nós. Mas, o que mais tem me deixado impressionada, desde então, é a aliança, ainda mais forte que criamos uns com os outros quando oramos juntos. Uma amiga, já havia me dito que quando duas ou mais pessoas se unem em um só propósito, os laços ficam ainda mais apertados... E, não é que é verdade?

No Cenáculo

Revista Escola Dominical