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"Mas, seguindo a verdade em amor, crescemos em tudo Naquele que é o Cabeça, Cristo, de quem o corpo, bem ajustado e consolidado, pelo auxílio de todo junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor." Efésios 4.15-16

Histórico: A Igreja Metodista em Mafra, de 1955-2014

Antes de 1955, Jerônimo Gonçalves da Silva, num trabalho de visitação a uma prisão em São Francisco do Sul, SantaCatarina, foi instrumento do Senhor para a conversão de Joaquim Jungles. No início do ano de 1955, um grupo de irmãos em Cristo, advindos da Igreja Presbiteriana e de outras denominações, congregavam na Igreja Batista de Mafra e, por questões doutrinarias, não podiam participar ativamente da vida de igreja. Por não serem membros não podiam participar da Ceia do Senhor e da liderança nos trabalhos daquela denominação.Então por iniciativa de Joaquim Jungles e Jerônimo Gonçalves da Silva e outras pessoas que estavam na mesma situação, iniciou-se um trabalho onde todos pudessem participar ativamente da igreja. Após reunirem-se, decidiram convidar um pastor metodista para dirigir o trabalho já existente na garagem da casa de Joaquim Jungles, na rua Nicolau Bley Neto, número 110.

Em resposta ao pedido do referidos irmãos, veio a Mafra o Rev. Willian E. Andrews, da cidade de Curitiba, no dia 27 de novembro de 1955, para organizar a Congregação Metodista em Mafra. Nesse mesmo dia, o Rev. Willian dirigiu a reunião da escola dominical e o culto à noite, contando com a presença de quarenta pessoas. Nessa mesma ocasião foi eleita a diretoria responsável pela direção dos trabalhos. Joaquim Jungles como superintendente da escola dominical; Jerônimo Gonçalves da Silva como professor da escola dominical; Jeni Gonçalves como professora da classe "cordeirinhos"; Idinor Jungles como secretário da escola dominical; Maria Sant'Ana Ferreira como tesoureira; Isaura Jungles como secretaria e, Rosa Gonçalves de Oliveira como zeladora.A partir de 10 de novembro de 1957, foi iniciada uma campanha financeira para a compra de uma terreno e a construção de um templo de madeira.No dia 08 de março, foi fundada a Igreja Metodista em Mafra, sendo assistida pelo Rev. Leonard Willians, da cidade de Curitiba.

Ficaram responsáveis pelo trabalho: Joaquim Jungles, como guia leigo; Eliseu Lopes, como superintendente da escola dominical; João Acir Rodrigues como bibliotecário e Eugênio Vieira como Agente do Órgão Oficial. Os ecônomos eram: João Evangelista, Joaquim Jungles, Eliseu Lopes, Waldir Gonçalves e Jerônimo Gonçalves da Silva.Em 19 de abril de 1959, foi adquirido um terreno na rua Nicolau Bley Neto, número 188. Logo em seguida, no mesmo ano, foi iniciada a construção do templo com as dimensões de sete por doze metros. Parte do recursos financeiros vieram da tesouraria Regional, como empréstimo. O templo foi inaugurado no mesmo ano.

O primeiro pastor titular em Mafra foi o Rev. David Drinkins, que pastoreou a igreja de 31 de dezembro de 1967 à 17 de março de 1968. Após, o Rev. Lawrence A. Brown, de 1968 à 1970. Do ano de 1971 à 1977 não houve pastor e, em 1978, a Pastora Ione da Silva assume a igreja até 1982. A partir disso a Igreja Metodista em Mafra, teve os seguintes pastores: Nereu Petters Gouvêa (1984 até julho). Eloi Cordeiro Silvestre (1989 até agosto), Luiz Carlos Wandressem (1990-1991), Rubens Pereira (1992-1993), Pedro Artigas (1993 -1996), Silvio de Oliveira (1996-1997), Rogério Barros Pereira Barbosa (1998-2001), Luciano Rocha Frota (2002-2004), Giovani Cestari (2004-2007). Atualmente o pastor titular é Gilson Michelato. 

Durante os períodos sem Pastor(a) local, os trabalhos foram dirigidos pela liderança leiga e assistidos por pastores da Região, geralmente advindos de Porto União e Curitiba.
Em 1994 foi iniciada a construção do novo templo, de alvenaria na parte da frente do terreno da Igreja. Essa etapa teve a participação importante do irmão Jose Gaio Filho, que com sua profunda experiência, desempenhou com muito esmero e carinho a direção das obras. No dia 08 de maio de 1994, o Rev. Bispo Richard Santos Canfield lançou a pedra fundamental do novo templo, que estaria concluído em 20 de julho de 1996.A Igreja Metodista em Mafra, mantém firme seu propósito de trabalhar na missão de Deus com objetivo de ser uma "comunidade missionária a serviço do povo".

Atualmente possui dois pontos missionários. Um deles no município de Itaiópolis/SC, aproximadamente 30 km de distância de Mafra, com uma freqüência em média de 30 pessoas entre adultos e crianças nos cultos.
O campo missionário da Igreja Metodista em Mafra, está na localidade de Butiá, região interiorana do município de Mafra, onde congregam 3 (três) famílias.


A Igreja Metodista em Mafra foi fundada em 08 de março de 1959, para o trabalho de Cristo, com sede e foro na cidade de Mafra, estado de Santa Catarina. É uma comunidade religiosa, de fé social e filantrópica parte integrante do Corpo de Cristo na Igreja Metodista - Sexta Região Eclesiástica, sem fins lucrativos.

Dos Costumes da Igreja Metodista
Como fez João Wesley, no seu tempo, seu pronunciamento em documento que chamou Regras Gerais, código de conduta cristã para as pessoas que o procuraram, em busca de conforto espiritual, no desejo da salvação e santidade, assim a Igreja Metodista, adaptando a cada época a sua linguagem, conserva os mesmos princípios, os quais recomenda a todos os seus membros, como prática de vida, a saber:


  • Não praticar o mal;
  • Zelosamente, praticar o bem;
  • Atender às ordenanças de Deus.

Fundamentada nestes princípios, a Igreja confia que os metodistas preservem a sua tradição e continuem a ser reconhecidos como pessoas de vida regrada; os metodistas são:

  • moderados nos divertimentos;
  • modestos no trajar;
  • abstêmios do álcool como bebida;
  • empenhados no combate aos vícios;
  • observadores do Dia do Senhor, especialmente dedicado ao culto público, ao cultivo - espiritual, pelo estudo da Bíblia e ao descanso físico;
  • observadores dos preceitos da Igreja e dos meios de graça que ele oferece, participando dos ofícios divinos e da Ceia do Senhor;
  • praticantes do jejum e da oração individual e em família;
  • honestos em negócios;
  • fraternais nas relações de uns com os outros;
  • tolerantes e respeitadores das idéias e opiniões alheias;
  • praticantes de boas obras;
  • benfeitores dos necessitados;
  • defensores dos oprimidos;
  • promotores da instrução secular e religiosa; e operosos na obra de evangelização.

Como Chegar

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No Cenáculo

Revista Escola Dominical